Marycast: MM sex23jan com TONHO CROCCO

MM sex23jan2015 TONHO CROCCO - mary mezzari

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O ator David Duchovny revelou que a volta de “Arquivo X” está muito mais próxima do que os fãs imaginam. Em entrevista ao jornal USA Today, ele confirmou que já está negociando, junto com a atriz Gillian Anderson e o produtor Chris Carter participar de novos episódios de “Arquivo X” no canal americano Fox. Carter criou a série original, e David e Gillian deram vida aos personagens clássicos Fox Mulder e Dana Scully.

“Estou mais do que feliz e empolgado em trazer a série de volta e de fazê-lo de novo com Gillian e Chris”, disse, acrescentando que a “volta da série deve acontecer o mais breve possível”.

Ele não estaria, porém, interessado em estrelar muitas temporadas. Nem sequer uma temporada completa de 22 episódios. “Certamente eu não posso e nem estou interessado em fazer uma temporada completa. Mas será algum tipo de série limitada. Estamos todos velhos, não temos a energia para uma temporada completa”, brincou.

No ano passado, o canal Fox retomou “24 horas” após três anos, justamente como uma série limitada de 12 capítulos.

David Duchovny, que estrelou a série “Californication” até junho passado, atualmente também se prepara para caçar Charles Manson em nova atração televisiva, o drama de época “Aquarius”, que ainda não tem data de estreia prevista. Já Anderson se divide entre gravações de “Hannibal” e da série britânica “The Fall”. Apesar disso, ela também tem se mostrado disposta a reviver a agente Dana Scully, pedindo aos fãs que façam campanha para a volta de “Arquivo X” nas redes sociais.

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Cássia Eller

Direção: Paulo Henrique Fontenelle

Elenco: Cássia Eller, Nando Reis, Oswaldo Montenegro

Cássia Rejane Eller. Cássia Eller. Cássia. Uma poderosa força inquieta no palco, a timidez em pessoa fora dele. Um dos grandes nomes da música brasileira, Cássia Eller marcou a década de 1990 e chocou o país com sua morte precoce, em 2001. Um filme sobre a cantora, a mãe, a mulher que expôs sua vida pessoal e rompeu barreiras, deixando um belo legado social e artístico.

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Pharrell Williams Al Gore anunciam a volta do concerto mundial Live Earth

Pharrell Williams e o ex-vice presidente dos Estados Unidos, Al Gore, anunciaram nesta quarta-feira, 21, uma nova série de shows do Life Earth, evento que tem como objetivo discutir as preocupantes mudanças climáticas, segundo informou a agência Reuters.

Os concertos acontecerão no dia 18 de junho - simultaneamente - em Paris, Nova York, Rio de Janeiro, Pequim, Sydney e Cidade do Cabo. A última apresentação da série será feita por um grupo de cientistas diretamente de um centro de pesquisa na Antártica.

Os shows antecederão a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2015, marcada para o mês de dezembro, em Paris. O evento será transmitido durante 24 horas através de 200 redes de televisão ao redor do mundo, cada concerto deve durar entre quatro e seis horas.

Em 2007, Pharrell e Al Gore já haviam unidos forças para levar ao palco artistas como Kanye West, Metallica, Beastie Boys, Madonna, Genesis, MIA, Foo Fighters e Smashing Pumpkins. "O objetivo é ter um bilhão de vozes com uma mensagem para exigir a ação climática agora", disse Gore no Fórum Econômico Mundial, em Davos. O ex-presidente ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 2007 pela campanha dele sobre a mudança climática.

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Brasileiro passa três meses por ano na frente da televisão, diz Ibope

Estudo inédito do Ibope revela um dado impressionante: o brasileiro já passa um quarto do seu tempo na frente do televisor. No ano passado, na média nacional, cada telespectador assistiu TV durante 5 horas, 52 minutos e 39 segundos por dia. Isso quer dizer que o brasileiro passou três meses de 2014 vendo televisão. O consumo de TV está crescendo principalmente na TV paga e voltou a subir na TV aberta, depois de vários anos de queda.

O tempo que cada indivíduo dedicou à televisão aumentou mais de 40 minutos nos últimos sete anos. Em 2008, o brasileiro ficava 5 horas e 9 minutos por dia à frente da TV. Em 2011, já eram 20 minutos a mais. A explosão da venda de assinaturas de TV paga e a popularização das TVs conectadas à internet deram um novo "up" ao televisor nos últimos dois anos. O consumo de TV subiu 12 minutos em 2013 e oito minutos em 2014.

O aumento do consumo de TV, de acordo com os números do Ibope, está sendo impulsionado pela TV por assinatura e pelo acesso a serviços pagos via televisores conectados à internet. A audiência dos canais pagos mais que dobrou nos últimos cinco anos. A sigla OCN, que na medição do Ibope agrupa os canais pagos e os microcanais abertos, tinha 4,4 pontos domiciliares no PNT (Painel de Televisão) em 2010. Fechou 2014 com 10,3 pontos.

Juntos, os canais por assinatura já têm metade da audiência da Globo. Em 2014, a Globo foi vista por 4,263 milhões de pessoas por minuto na média das 7h às 24h nas 15 metrópoles em que o Ibope atua. Os canais pagos tiveram a sintonia de 2,192 milhões de telespectadores por minuto, 669 mil a mais do que em 2013. Já tem mais gente vendo canal por assinatura do que o SBT (1,515 milhão de telespectadores por minuto) e do que a Record (1,483 milhão).

Por fim, uma outra informação surpreendente: a TV aberta não está perdendo tanta audiência quanto os números do Ibope fazem crer. Pelo contrário, o consumo de TV aberta cresceu em 2014. Depois de registrar quedas consecutivas durante vários anos, Globo, SBT, Record, Band e RedeTV! somaram no ano passado 8,020 milhões de telespectadores por minuto na média das 7h às 24h. No ano anterior, tinham 7,933 milhões apreciadores por minuto.

Esse crescimento se justifica porque os números de audiência que são divulgados são os de pontos domiciliares (cada ponto equivale a 1% dos domicílios). No entanto, o número de televisores por residência aumentou, e hoje as pessoas vêem TV sozinhas. Além disso, a população cresce ano a ano, e isso se reflete na audiência.

Segundo o Ibope, o que mais atrai os brasileiros na TV aberta são as novelas e minisséries, seguidas de transmissões esportivas, filmes e reality shows.

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Björk lançou 'Vulcura', seu oitavo álbum de estúdio, no início da semana

Em entrevista ao portal de música independente "Pitchfork", a cantora e produtora islandesa Björk comentou sobre as dificuldades encontradas por mulheres que querem fazer sucesso no mundo da música.

"Depois de ser a única menina nas bandas que toquei por dez anos, eu aprendi — da maneira mais difícil — que se eu quisesse levar minhas ideias à frente, eu teria que fingir que eles — os homens — tiveram as ideias", afirmou.

Emotiva, a islandesa chorou mais de uma vez durante a longa entrevista que deu ao portal (confira na íntegra, em inglês, aqui) e opinou sobre os desafios de fazer sucesso como cantora solo.

"Eu quero mostrar meu apoio às jovens meninas que estão nos seus 20 anos e dizer para elas: vocês não estão apenas imaginando coisas. É difícil (fazer sucesso). Tudo o que um cara precisa dizer só uma vez, vocês tem que dizer cinco", disse ela.

Björk liderou a banda Sugarcubes na década de 1980 e 1990, e citou seu tempo na banda como a primeira vez que percebeu a frequência com que mulheres que fazem música teriam que lutar para receber o devido crédito pelo trabalho criativo.

A islandesa teve que antecipar o lançamento de seu oitavo álbum solo de estúdio, "Vulnicura", para terça-feira, 20, depois que o disco vazou na internet no final da última semana. O lançamento oficial estava marcado para março.

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