Marycast: MM sex12jun com MARCOS HATSEK (JUSTA CAUSA) e CAPITÃO RODRIGO

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ZAKK WYLDE

O guitarrista Zakk Wylde já esteve em Porto Alegre duas vezes à frente de seu projeto principal, o Black Label Society. A próxima parada na capital gaúcha será em formato acústico e solo. O músico que fez parte da banda de Ozzy Osbourne se apresentará dia 23 de agosto, às 21h, no Opinião ao lado de seu companheiro de BLS Dario Lorina. Com um formato de show intimista, o norte-americano tocará composições de todas as fases da carreira, além de algumas surpresas. O repertório deverá incluir faixas do cultuado álbum solo Book of Shadows, músicas do antigo grupo Pride & Glory e também temas do disco Catacombs of the Black Vatican (mais recente trabalho do BLS, lançado em 2014).

O talento de Zakk Wylde ganhou o mundo quando Ozzy Osbourne o tirou do emprego em um posto de gasolina, em New Jersey, para contratá-lo como guitarrista. Depois de aproximadamente 20 anos, tocando ao lado do eterno vocalista do Black Sabbath e em outros projetos, o norte-americano se estabeleceu como um dos grandes guitarristas da atualidade.

Zakk ajudou a compor e gravar alguns dos maiores sucessos da carreira do ‘madman’ até que, em 1998, resolveu criar sua própria banda, o Black Label Society – hoje com mais de 10 discos lançados. Desde então, criando faixas pesadas e bem trabalhadas, vem arrecadando uma legião de fãs conhecidos como “berzerkers”. Para esses admiradores, Zakk é uma espécie de líder que propaga o mantra ‘Strength, Determination, Merciless, Forever’ (SDMF) – em tradução livre: força, determinação, implacável, pra sempre. Juntos, são como uma família, uma agremiação do heavy metal que tem adeptos por todo o planeta para difundir o rock’n’roll como algo desenfreado e sem filtros.

ZAKK WYLDE - ACÚSTICO

Local Opinião (Rua José do Patrocínio, 834)

Classificação etária: 14 anos

Quando 23 de agosto de 2015, domingo, 21h

Eventos Abstratti Produtora:

13/06 – Rock N’ Bira

16/06 – Extreme e Richie Kotzen

12/07 – Matanza

04/08 – The Maine

14/08 – Detonautas Roque Clube

18/08 – Glenn Hughes

23/08 – Zakk Wylde

07/09 – Anathema & Paradise Lost –

29/09 – Nightwish

06/10 – Blind Guardian

21/10 – Skillet

10/11 – Pennywise e Face To Face

15/12 – NOFX

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Bataclã FC e Bombo Larai no República do Rock

Data: 23/6

Horário: 20h

Local: Teatro Renascença

Ingresso: 1 Kg de alimento não perecível. A retirada de senhas, na bilheteria do teatro, pode ser feita a partir das 19h

Duas bandas de profunda relação com Porto Alegre e forte vocação para as fusões rítmicas são as atrações do projeto República do Rock deste mês. Representantes de diferentes gerações do rock gaúcho, Bataclã FC e Bombo Larai estarão no Teatro Renascença no dia 23, em performances que vão combinar energia roqueira, força percussiva e suingue brasileiro, entre outros elementos.

Surgido ainda na década de 1990, o Bataclã FC vai apresentar o projeto Mastigadores de Poesia - no qual a banda cria texturas instrumentais para acompanhar poetas convidados, que declamam seus versos durante a performance. Com os autores convidados Demétrio Xavier, Diego Dourado, Mário Pirata, Nanda Barreto e Ronald Augusto, o grupo mostra músicas dos discos Armazém de Mantimentos (2002) e Assim Falou Bataclan (2006), e também canções do novo álbum, A Teimosia da Felicidade, a ser lançado ainda este ano. Formam o Bataclã FC: Vitor Curth (bateria), Danilo Marcondes (baixo), Guilherme Schwalm (guitarra), Evandro Sena (DJ), Walter Mello (percussão) e Richard Serraria (voz).

Com três anos de trajetória, o Bombo Larai - assim como o Bataclã FC - aposta em uma sonoridade múltipla, na qual há espaço para rock, cumbia, murga, samba e outras milongas. Com dois EPs independentes no currículo, a banda realiza este mês sua primeira gira internacional, com apresentações na vizinha Argentina, e se prepara para lançar o primeiro álbum - do qual o single Nonoai ganhará videoclipe nas próximas semanas. A formação tem Vandré La Cruz (guitarra e vocal), Ralf Pires (guitarra), Diogo Solka (guitarra), Saymond Roos (baixo), Guilherme Cardoso (percussão) e Gabriel Kabça (bateria).

O projeto República do Rock, criado em 2008, é uma realização da Prefeitura de Porto Alegre, por meio da Coordenação de Música da Secretaria Municipal da Cultura.

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Porto Alegre em Cena traz a artista norte-americana Meredith Monk a Porto Alegre em setembro

Espetáculos da Bélgica, Argentina, Uruguai e os grandes destaques da produção brasileira estarão nesta 22ª edição, de 03 a 21 de setembro

Está dada a largada para a 22ª edição do festival internacional de artes cênicas Porto Alegre em Cena. Espetáculos internacionais, nacionais e locais já ocupam a grade de programação do evento, que este ano será realizado de 03 a 21 de setembro. Teatro, música, dança, diretores consagrados, atores brilhantes, estreias, atividades formativas e descentralizadas fazem parte do festival, um dos maiores do gênero no Brasil.

Entre os destaques estão a compositora, performer, diretora, vocalista, cineasta, e coreógrafa norte-americana Meredith Monk, que virá ao Brasil exclusivamente para esta apresentação no Porto Alegre em Cena. No espetáculo, “Quartet Concert”, que abre o festival no Theatro São Pedro, divide o palco com outros três artistas. Meredith Jane Monk (nascida em 20 de novembro de 1942 em Nova Iorque) é uma compositora, performer, diretora, vocalista, cineasta, e coreógrafa americana. Desde os anos sessenta, Monk tem criado trabalhos multidisciplinares que combinam música, teatro e dança. Da Bélgica vem “Attends, attends, attends... (pour mon père)”, de Jean Fabre, com o solo do bailarino Cédric Charron. Do Uruguai, parceiro desde a primeira edição do festival, vem quatro espetáculos: “Hedda Gabler”, do diretor David Hammond; “Marx in Soho”, dirigido por Juan Tocci, e estrelado por Cesar Troncoso; “El Pelicano”, versão de Marisa Bentancurt para a obra de August Strimberg, e “Love, love, love”, de Alberto Zimberg. Da Argentina, estará o artista Omar Giammarco, que acompanhará Arthur de Faria em um recital.

A produção nacional está em foco este ano no festival que trará aclamados espetáculos, entre eles “Frida y Diego”, dirigida por Eduardo Figueiredo, com Leona Cavalli; “Galileu Galilei”, de Cibele Forjaz, estrelando Denise Fraga e grande elenco; “Contrações”, de Grace Passô, do Espanca!, com as atrizes Yara de Novaes e Debora Falabella; “Krum”, nova montagem da Companhia Brasileira de Teatro, com Renata Sorrah entre grandes atores da Cia.; “Caesar”, novíssima peça de Roberto Alvim com estreia no segundo semestre no Rio de Janeiro, estrelando Caco Ciocler e Carmo Dalla Vecchia; “Potestad”, do argentino Eduardo Pavlovski, dirigida por Pedro Mantovani, com Celso  Frateschi e Laura Brauer, entre muitas outras grandes produções.

A música sempre tem muito espaço no Porto Alegre em Cena, que este ano traz as gratas revelações Tulipa Ruiz, em seu energético “Dancê”; Zélia Duncan com o show “Tudo esclarecido”, abordando a belíssima obra de Itamar Assumpção; Ná Ozzeti e José Miguel Winsnik; Adriana Calcanhotto e Cid Campos, Badi Assad, Carlos Careqa com seu “Por um pouco de veneno”, novo disco de canções do Tom Waits, são alguns destaques.

As atividades formativas representam um importante segmento do festival. Oficinas, mostras descentralizadas, parcerias com outros municípios, como Caxias e Canoas, o Prêmio Braskem em Cena completando dez anos em 2015, ciclo de cinema e o projeto Psicanalítica em Cena. O Ponto de Encontro na Casa de Teatro seguirá reunindo artistas e participantes em programações paralelas e encontros.

A publicação Gaúchos em Cena aborda a trajetória do ator Mauro Soares e está sendo escrita pelo jornalista Roger Lerina. Esta coleção é lançada anualmente com as edições do festival e coloca em destaque os personagens das artes cênicas gaúchas.  E a homenageada desta edição será a atriz Adriane Mottola, que tem aproximadamente 30 anos de carreira dedicados às artes cênicas, com espetáculos memoráveis no currículo.

Confira a listagem completa dos espetáculos do Em Cena 2015.

INTERNACIONAIS

Arthur de Faria e Omar Giammarco – Argentina / música

Attends, attends, attends  – Bélgica / direção Jan Fabre / dança-performance

El Pelicano – Uruguai / direção Marisa Bentancurt / teatro

Hedda Gabler – Uruguai/ direção David Hammond / teatro

Love, love, love – Uruguai / direção Alberto Zimberg / teatro

Marx In Soho – Uruguai / direção Juan Tocci / teatro

Meredith Monk - Quartet Concert – Estados Unidos / música-performance

NACIONAIS

Adriana e Cid / Adriana Calcanhotto e Cid Campos – Rio de Janeiro / música

Badi Assad – São Paulo / música

Caesar – São Paulo / direção Roberto Alvim / teatro

Como a lua – Pernambuco / direção José Manoel Sobrinho / teatro musical

Contrações – Rio de Janeiro / direção Grace Passô / teatro

Dancê / Tulipa Ruiz – São Paulo / música

Frida y Diego – Rio de Janeiro / direção Eduardo Figueiredo / teatro

Galileu Galilei – Rio de Janeiro / direção Cibele Forjaz / teatro

Karamazóv – São Paulo / Ruy Cortez / teatro

Krum – Paraná / Rio de Janeiro / direção Márcio Abreu / teatro

Mortal loucura / Tatit, Wisnik, Nestrovski e Reze – São Paulo / música

Ná e Zé / Na Ozzetti e José Miguel Wisnik – São Paulo / música

Oleanna – Rio de Janeiro / Gustavo Paso / teatro

Por um pouco de veneno / Carlos Careqa – São Paulo / música

Potestad – São Paulo / direção Pedro Mantovani / teatro

Rei Lear – Pernambuco / direção Moacir Chaves / teatro

Ricardo III – São Paulo / direção Sergio Módena / teatro

Stupro – Pernambuco / direção Maria Rita Freire Costa / teatro

Tudo esclarecido / Zélia Duncan – São Paulo / música

LOCAIS

A vida dele - In.Co.Mo.De-Te / teatro

As quatro direções do céu - Cia Teatral Face e Carretos / teatro

Bukowski - Histórias da vida subterrânea - Depósito de Teatro / teatro

Bundaflor, Bundamor - Eduardo Severino Companhia de Dança / dança

Cidade proibida - Cia Rústica / teatro-performance

Mameloschn: língua mãe - Ato Cia Cênica / teatro

Os homens do triângulo rosa - Cia Teatro ao Quadrado / teatro

P-U-N-C-H – direção Christian Benvenuti / música-dança-teatro

Um dia assassinaram minha memória - Jogo de Cena Companhia Teatral / teatro

Vertigens - Circo Teatro Girassol / circo-teatro

Muni, 30 anos de música – direção Luciana Éboli / música

Venda de ingressos (para alguns espetáculos) a partir do dia 27 de junho – em breve informações

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Luciano Leães e Luana Pacheco apresentam Chanson & Blues no dia dos namorados

Nesta sexta, 12, para comemorar o dia dos namorados, música francesa e blues são as atrações do London Pub. Luciano Leães. Músicas como Georgia (Ray Charles), Please Send Me Someone To Love (Percy Mayfield), Non, Je Ne Regrette Rien (Edith Piaf), Ne Me Quitte Pas (Jacques Brel), Crazy Arms (Jerry Lee Lewis), St. James Infirmary (Louis Armstrong), Tous Les Garçons Et Les Filles (Françoise Hardy), Summertime (Gershwin) e At Last (Etta James) estão no repertório do show do casal em voz e piano.

Leães é considerado um dos principais pianistas do país. Foi vencedor do Prêmio Açorianos de Música como instrumentista e em 2013 abriu o show de Elton John, no Estádio do Zequinha, em Porto Alegre

Luana é dona de um vozeirão doce e poderoso. Seu repertório passeia entre jazz, chanson e blues. Em 2010, foi vencedora do Festival da Canção Francesa da Aliança Francesa.

Serviço do show:

Quando: 12/6

Local: London Pub - José do Patrocínio, 964

Ingressos (na hora): R$ 15

Abertura da casa: 19h

Início da apresentação: 22h

Reservas e informações: 51.82337037 (whatsapp & fone)

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A ópera-rock “Capitão Rodrigo – A saga de um homem comum” segue temporada na Concha Acústica do Multipalco, nas quartas e quintas

A ópera-rock que põe em discussão a opressão contemporânea e suas consequências tem mais duas apresentações, dias 17 e 18 de junho, a partir das 18h.

Desde que surgiu há exatos sete anos, a Capitão Rodrigo tem nome e sobrenome. E mais: tem sobrenome Cambará! Criada por artistas integrantes do grupo Mosaico Cultural, a banda vem fazendo desde então a rica mistura do regional com o rock contemporâneo, algo que está na essência de grandes movimentos na música brasileira, como o mangue beat, por exemplo. Inspirados no pensamento libertário de Rodrigo Cambará, célebre personagem da saga “O Tempo e o Vento”, de Erico Verissimo, Rafa Cambará, Nando Rossa, Juliano Rossi, Cuba Cambará, Eduardo Schuler e Gilberto Oliveira trilharam um caminho onde os ideais, a música e a poesia andam sempre juntos. Não poderia ser diferente em seu novo trabalho, o disco e a ópera-rock “Capitão Rodrigo - A saga de um homem comum”, que teve sessões lotadas no Museu do Trabalho e segue agora para a Concha Acústica do Multipalco, nas quartas e quintas, dias 17 e 18 de junho.

Da união de máscaras, poesia, bonecos, atores/músicos e muito rock´n´roll, surgiu o musical que aborda a vida do justiceiro Pompeu Homero. Aqui, musicalidade e encenação dialogam com a realidade social brasileira narrando a trajetória de um rapaz que busca consertar os problemas do mundo. As letras, textos e canções são autorais, compondo uma obra que faz do espectador protagonista dessa história. Na ficha técnica figuram alguns dos mais premiados personagens das artes cênicas gaúchas, entre eles, Kike Barbosa, Simone Rasslan, Liane Venturella, Daniel Lion, Juliano Ambrosini e André Trento, em mais uma produção do efervescente Grupo Mosaico Cultural e da banda Capitão Rodrigo, conduzida com doçura pela produtora Lud Flores.

Pompeu Homero poderia ser um cidadão como qualquer outro, mas, por um desvio (um atalho, um subterfúgio, uma escolha) acaba se tornando um justiceiro social que recebe o lampejo divino de resolver os problemas do mundo​: corrupção, pedofilia, violência. Seu nome alcança o status de celebridade nacional abrindo um caminho tão instigante, quanto perigoso. Pompeu vai parar no Big Brother e o que aparentemente ia tão bem, começa a se dirigir vertiginosamente ao desconhecido. A partir do dia em que suas mãos se apropriam do desejado milhão e se sujam de sangue, ele percebe que em sua alma falta alegria e humanidade​.

Ludmila Flores, encarregada dessa verdadeira gincana que é produzir uma ópera-rock em Porto Alegre afirma que “a produção desse trabalho tem sido um grande desafio, pois a equipe é  uma fábrica de ideias. Diariamente surge uma novidade e o produtor tem de  ser um estrategista para viabilizar esse mosaico de criatividades. A pérola é a equipe, a união de excelentes profissionais que acreditaram e se envolveram com a Saga”. Já a diretora, Liane Venturella se entusiasma: "Pompeu Homero – A saga de um homem comum” é um trabalho diferenciado em vários sentidos: um grande número de profissionais extremamente dedicados e envolvidos não só profissionalmente, mas de coração também. O processo é um verdadeiro espaço de criação e risco, Pompeu é autoral não existem parâmetros nem lugares seguros, estamos guiados pela responsabilidade com prazer e muita diversão. Estou profundamente orgulhosa de fazer parte de tudo isso, e mais do que nunca lembro as sábias palavras de Confúcio: “escolha um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida”. Pois é assim que me sinto."

Rafa Cambará, um dos criadores da banda, compositor, afirma que artisticamente é a realização de um sonho. “Desde que compus a música Pompeu Homero soube que por trás daquela história havia algo muito importante que eu desejava compartilhar com o mundo. O espetáculo já é um sucesso pela qualidade do processo. Além da harmonia entre os envolvidos, o projeto está proporcionando a formação de novos profissionais através de estágio remunerado”.

O cenário criado por Juliano Rossi partiu de pontos de fuga, psicodelia e de um certo caos que se estabelece na relação entre o personagem e o público. Juliano Ambrosini contribui com as imagens projetadas nas laterais do palco e teto, interagindo com a cena constantemente. A direção musical do premiado André Trento e os figurinos de Daniel Lion dão o toque final desse trabalho que promete ser um dos destaques da temporada 2015.

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De 18 a 28 de junho acontece o IV Festival de Teatro Popular: Jogos Aprendizagem, realizado pela Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz e Programa Iberescena

Durante dez dias, o público terá a oportunidade conhecer grupos de teatro da Colômbia e da Argentina e também a produção teatral dos bairros populares da região metropolitana

A quarta edição do Festival de Teatro Popular – Jogos de Aprendizagem se inicia dia 18 de junho de 2015 em diversos bairros da região metropolitana de Porto Alegre, numa realização da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz e do Programa Iberescena (Fundo de Ajuda para as Artes Cênicas Ibero-americanas). Com dois eixos principais - focar a atividade teatral que é desenvolvida nos bairros populares e contribuir para a discussão sobre princípios estéticos e éticos na formação do ator -, o festival já é um dos mais representativos na capital gaúcha e traz este ano os grupos latino-americanos Laboratorio de Teatro El Rayo Misterioso e El Baldío Teatro, ambos da Argentina, e o Teatro Taller de Colombia, além dos brasileiros Pandora, de São Paulo, A Gangorra, de Caxias do Sul, e o espetáculo “5 minutos” com direção de Marília Carbonari, de Florianópolis.

Como em outros importantes festivais de artes cênicas do mundo, as atividades de formação e as trocas de experiências tem seu espaço garantido no Jogos de Aprendizagem. Serão realizadas oficinas com os grupos El Rayo Misterioso e Taller de Colombia, mostra de repertório da Tribo de Atuadores, mostra pedagógica da escola de teatro popular da Terreira da Tribo e o painel “O teatro latino americano hoje”. Todas as atividades serão realizadas na Terreira da Tribo, no Museu do Trabalho, nos teatros do Centro Municipal de Cultura e da Casa de Cultura Mario Quintana, no Grêmio Esportivo Ferrinho (Humaitá), no Centro de Educação Ambiental (Bom Jesus), no Ponto de Cultura União da Tinga (Restinga), no Parque da Redenção, no Largo Glênio Peres e na Esquina Democrática. Este ano também as cidades de Canoas e Novo Hamburgo receberão espetáculos do Festival.

A origem do Festival de Teatro Popular está na realização da Mostra Jogos de Aprendizagem, que o Ói Nóis realiza desde 2004, resultado do processo pedagógico que é colocado em prática pela Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo e da circulação de espetáculos em diferentes bairros populares. O nome “Jogos de Aprendizagem” vem de um conceito da teoria da Peça Didática de Brecht. Ao traduzir o termo Lehrstück para o inglês, Brecht usou a denominação learning play, ou seja, jogo de aprendizagem.

As atividades desenvolvidas são gratuitas e abertas à população em geral. Os interessados nas oficinas devem enviar carta de intenção até o dia 17/06 para [email protected]

Saiba tudo em

www.oinoisaquitraveiz.com.br

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Felipe Azevedo faz show no MEME com convidados especialíssimos, nas duas últimas semanas de junho

Silvia Canarim e Zé Adão Barbosa (dia 20), Elias Barboza (dia 21), Carina Levitan (dia 27) e  Simone Rasslan (dia 28) dividem o palco com o artista.

Tamburilando & Burilando Encontros ocupará o Meme nos dois últimos finais de semana de junho, promovendo encontros musicais e artísticos imperdíveis. A ideia é desdobrar o “Tamburilando Canções – violão com voz”, trabalho que o violonista Felipe Azevedo vem apresentando nos mais diversos formatos. Aqui estará acompanhado pelos músicos Aninha Freire (contrabaixo acústico), Ayres Potthoff (flautas em dó, sol e pífaro) e Fernando Sessé (percussão acústica e eletrônica).

Felipe Azevedo além de empreendedor cultural e administrador da Balaio de Cordas Ltda. é compositor, violonista, cantor, educador musical e ensaísta. Diversos prêmios, entre eles seis Açorianos de Música e participação em importantes festivais de música nacionais e internacionais como os suíços Fête multiculturelle, Festival des Cropettes, Festival de La Cité, o francês L’air Du Temps, o norueguês Johan Halvorsen musikkfest, e o espanhol Premio Cl’hips em L’Hospitalet de Llobregat fazem parte da história profissional de Felipe Azevedo. Com quatro álbuns financiados por intercâmbio cultural e editais de leis de incentivo, o artista atualmente se dedica ao projeto Tamburilando canções. Em sua trajetória, dividiu palco com artistas como Guinga, Hermeto Pascoal e Ulisses Rocha dentre outros e já foi músico e compositor solista convidado em Concerto com a Orquestra de Câmara do Teatro São Pedro (OCTSP).

Convidados especiais:

Silvia Canarim (bailarina de flamenco) e Zé Adão Barbosa (ator) – dia 20, sábado

Elias Barboza (bandolinista) – dia 21, domingo

Carina Levitan (musicista/ artista plástica/ desenho de som) – dia 27, sábado

Simone Rasslan (cantora) – dia 28, domingo

Músicos:

Felipe Azevedo: voz, violões de 6 e 7 cordas, viola caipira de 10 cordas e ukulele soprano havaiano

Aninha Freire: contrabaixo acústico

Ayres Potthoff: flautas em dó, sol e pífaro

Fernando Sessé: percussão acústica e eletrônica

Produção artística e direção musical: Felipe Azevedo

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Samba Grego brinca com o amor e suas facetas no show “O amor nos tempos de cócegas", no MEME Santo de Casa, dia 14

A dupla de compositores do Samba Grego montou um espetáculo intimista que fala do amor e seus vários níveis, destacando o tragicômico. Músicas do disco “Segunda Impressão” e algumas inéditas formam o repertório que é trabalhado com novos arranjos, valorizando os instrumentos presentes nesse formato: a percussão, o acordeon e o violão. Felipe Chagas Tedesco e Rodolpho Bittencourt cantam histórias - e até fatos - do cotidiano sob uma ótica "grega", questionando amizade entre homem e mulher, finais de relacionamentos e a boa e velha saudade.

Rodolpho Bittencourt, cantor e compositor paranaense, está radicado em Porto Alegre desde 2002. Dedica-se ao projeto Samba Grego junto com Felipe Chagas desde 2009. Como letrista foi finalista do Festival de Música de Porto Alegre em 2008 e 2011. Felipe Chagas Tedesco é compositor, produtor musical e intérprete. Iniciou sua história na música em Erechim, cidade natal, e passou a atuar profissionalmente em 2005 em Porto Alegre. Atualmente estuda Música Popular pela UFRGS. Como produtor musical, dirigiu os espetáculos “Brasileiros Cantam Brasileiros” e “Todos os sambas do Samba”. Com Rodolfo Bittencourt, no Samba Grego, se apresentou nos principais teatros públicos da capital, participou de eventos como 24h de Cultura de Porto Alegre e Bienal do Mercosul.

Mais informações: www.sambagrego.com

Felipe Chagas Tedesco - voz, violão e guitarra

Rodolpho Bittencourt - voz

Bruno Coelho - percussão

Guilherme Goulart – acordeon

Samba Grego em “O amor nos tempos de cócegas"

Dia 14 de junho, às 19h

Ingressos: R$ 30,00 / R$ 20,00 antecipados no Studio Leo Zamper e HAIR 84 Bar - Rua Otávio Corrêa, 84 - Cidade Baixa

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Chegamos à nossa terceira edição trazendo o universo do groove e dos samples à sua vitrola. Em primeira mão, viemos lhe contar que o nosso próximo lançamento será a versão em vinil de Japan Pop Show, do Curumin. Com estreia em CD em 2008 no Brasil, Estados Unidos e Japão, esse disco é um marco da nova geração da música brasileira e conta com convidados como BNegão, Lucas Santtana, Marku Ribas, Fernando Catatau e os americanos Tommy Guerrero, Lateef The Truthspeaker e Gift Of Gab. Emicida e Arnaldo Antunes são fãs desse álbum.

O primeiro clube de assinaturas de discos de vinil da América Latina lançou em um bolachão vermelho Antes que Tu conte Outra, do Apanhador Só, e, em azul, o álbum de estreia da Banda do Mar. Já Japan Pop Show, do Curumin, virou um impressionante disco amarelo fosco, de 140g e 33 rotações.

Tudo isso porque, para o NOIZE Record Club, nada é mais importante do que alimentar a cultura do vinil no Brasil.

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MM sex12jun2015 MARY MEZZARI - MARCOS HATSEK

That’s the end, folks

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MM com MARY MEZZARI sextas 14h na DFM!

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